A inflamação crónica de baixo grau — frequentemente silenciosa e sem sintomas agudos — é hoje reconhecida como fator subjacente a condições como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, perturbações do humor e doenças autoimunes.
A dieta mediterrânica, rica em ácidos gordos ómega-3, polifenóis e fibra, continua a ser o padrão alimentar com maior evidência anti-inflamatória. Contudo, a abordagem funcional vai mais longe: identifica os gatilhos individuais de inflamação e personaliza a intervenção nutricional em conformidade.
Alimentos como o azeite virgem extra, os vegetais crucíferos, as bagas e os peixes gordos são aliados indispensáveis. A eliminação de açúcares adicionados e gorduras trans completa a equação.