Com o envelhecimento da população, a questão da ingestão proteica tornou-se central na medicina preventiva. A sarcopenia — perda progressiva de massa e força muscular — afeta cerca de 10% dos adultos acima dos 50 anos e está associada a maior mortalidade e dependência funcional.
A investigação atual sugere que adultos mais velhos beneficiam de uma ingestão proteica superior ao limiar mínimo recomendado (0,8 g/kg/dia), com alguns estudos a apontar para 1,2 a 1,6 g/kg/dia como intervalo ótimo, especialmente quando combinado com exercício de resistência.
A qualidade da proteína — e em particular o seu perfil de aminoácidos essenciais e a presença de leucina — é determinante para a síntese muscular. Fontes animais, leguminosas e combinações vegetais bem desenhadas podem satisfazer estas necessidades.